Obras em casa – a minha sina

Ora, feitas as contas…desde que criei o blog já mudei 3 vezes de casa. Uma média bastante impressionante que poderia fazer de mim a pessoa mais insana à face da terra ou a mais instável. Nem uma coisa nem outra (espero eu). Na realidade, há sempre histórias que promovem este festival de casas. Ou porque o senhorio teve de vender a casa, ou porque o senhorio não pagava ao banco, ou porque, ou porque. Desta vez decidi não mudar, mas manter a atual e comprar uma outra casa. A dos sonhos. Não conseguia esperar até aos 100 anos, pelo que achei que os 36 seriam uma boa altura. E assim foi. Com pouca ponderação mas muita convicção, lá me lancei a comprar uma casa com 30 anos, a precisar de muitas obras e a olhar para ela com o pensamento “de ti só quero as paredes”.

A maior parte das pessoas fogem a sete pés de obras em casa (algumas até a dez pés se for preciso. Uma loucura.), quanto mais obras numa casa inteira. Pois eu decidi avançar.

A ideia de ter uma casa há minha medida sempre foi um sonho. Talvez por ser exigente com o que quero e gosto e porque a conta bancária não tem o mesmo andamento (sobretudo esta última).

Olhei para esta casa e vi que tinha potencial. E decidi avançar.

Esperam-me 4 meses de demolições, projetos, dores de cabeça, decisões e atrasos. Muitos atrasos.

Se vou sobreviver e como vou sobreviver, logo veremos. Partilharei aqui no meu blog o meu calvário. Espero chegar aos Céus em meados de Outubro, início de Novembro.

Se estiverem no mesmo projeto “suicida” que eu (não me ocorre adjetivo mais certeiro para esta demanda), saibam que terão aqui um ombro/blog amigo. E com dicas e sugestões.

Vamos a isso!

Vossa,

JT

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