A M.I. já dorme numa cama de crescidos!

Depois de 2 anos no berço, eis que chegou a altura de comprar uma cama para a minha M.I.

Já estava na altura de a tirar do berçinho, mas estava com receio que caísse da cama e ficasse mais parecida comigo no feitio. Isto porque a M.I. é uma espécie de Batatoon. Só para terem uma ideia, às vezes pega num nariz de palhaço, mete no nariz e diz “fafafun!”, ao mesmo tempo que balança os bracinhos de um lado para o outro.

Tem uma faceta de atriz que me ultrapassa. Canta pela casa e faz remixes da música dos parabéns e do balão do João, com apontamentos do “the mother goose songs”. Uma coisa tão fofa que até enervaria um Buda.

Mas voltando à camita… lá andei a ver camas desde as mais baratas até às mais carotas, mas só me apareciam camas tão grandes que achava que havia uma grande probabilidade de perder a minha baby pelo vale dos lençóis. Tudo bem que eram camas que já davam para o futuro, mas gosto de ter as coisas ainda meio “bebés”, num pensamento que admiro que revela alguma resistência da minha parte, em aceitar o crescimento da minha M.I.

Acabei por optar por uma caminha do Ikea, bem gira e económica.

Baixinha, com proteções laterais e com uns irresistíveis carneirinhos na cabeceira. 

Lá montamos a cama (é sempre um número de sitcom porque toda a gente quer ajudar e depois sai sempre asneira) e estávamos desejosos para ver a reação da M.I. 

Não estranhou em nada, estava super orgulhosa da sua nova cama e só dizia que “é nina mamã!” (É linda mamã!)

A primeira noite foi tranquila, só comigo a levantar-me várias vezes para me certificar do seu estado de bela adormecida.

O primeiro despertar na sua nova cama, revelou uma noite bem dormida, um polegar em riste indicando um “fixe” e uma fuga ao cabeleireiro. 

A mise com que acordou não levanta grandes dúvidas…

  

Até já!

Vossa,

J!

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