Desafio….

imageMeio superado!

A propósito do Verão e seus petiscos, o “Agora Nós” teve um convidado que tem um império graças aos caracóis.

Vivos ou cozidos, vende 20 mil quilos por dia! 20 mil. Ora se cada coracol pesar 1 grama, está visto que anda aí muito boa gente que aprecia o belo do bicho peganhento.

No norte, não temos a tradição de comer caracóis. Poderão dizer que comemos tripas, mas ao menos aqui ainda vejo uma questão de história e sobrevivência a justificar a necessidade, mas comer caracóis…..porquê?!

Quase todas os lisboetas que conheço apreciam uma caracolada e sou franca ao dizer que até desperta em mim alguma curiosidade em perceber o porquê de tanta gente gostar.

Admiti no programa que não apreciava e que até me metia alguma confusão “puxar o bicho” e tudo, mas toda a gente começou a “picar-me”. Era na regie, era no público, era o Zé Pedro, tudo num “come, come, come!!”  e num misto de curiosidade, versus nojo, versus desafio pessoal, lá experimentei a coisa.

Pedi para me arranjarem um caracol que que “não estivesse de fora” entre outros adjetivos, coisa que deu para rir muito no estúdio.

Enviaram-me fotos do meu momento de “superação gosmanhento “, que revela bem o meu rosto de felicidade extrema…

Resumindo, engoli o bicho minúsculo, senti-o na garganta durante todo o programa, não senti nenhum sabor mas ao menos, já posso dizer que provei um caracol e…que vou ficar por aqui.

Até já,

Vossa,

J!

 

 

 

 

 

 

Comentários

  1. Nathalie Santos de Carvalho

    29 Junho de 2015 às 9:58

    Responder

    Olá Joana! A primeira vez que provei caracóis foi numa estadia em Lisboa em casa de uma prima! (sou de Vila Real de Trás-os-Montes e Alto Douro, por isso também não há tradição dos caracóis), fiz uma figura, não queria sequer provar, dizia que não gostava, a minha prima picava-me para eu provar. Bem depois de tanta insistência, lá provei, também fechei os olhos, mas adorei, teve o efeito contrário, quando posso lá vai uma caracolada!! :) Bjs

    • Joana Teles

      13 Julho de 2015 às 0:36

      Responder

      Nathalie, compreendo-a quase na totalidade. O desfecho é que não :p!
      Beijinhos


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