Queda do A320. Não posso acreditar na conclusão…

A ser verdade que a causa para o despiste do avião da GermanWings A320 que vitimou mais de 150 pessoas  foi um ato suicida do co-piloto, deixa-me absolutamente revoltada, incrédula e em pânico.

Quando ontem li que o piloto havia saído do cockpit (não se sabe a que propósito) e que depois havia tentado arrombar a porta da cabine que entretanto havia sido fechada, pareceu-me logo tratar-de de um ato terrorista ou o ato de algum pseudo-mártir doente mental. E que me desculpe quem de facto tem alguma doença do foro mental, cuja designação infelizmente e erradamente, abarca doenças do mais “leve” ao gravíssimo. 

Não há palavras para descrever estes depravados, loucos, doentes, irracionais e desumanos, que fazem-se valer da sua condição, para arrastar consigo dezenas de vidas de pessoas que, numa boa, faziam uma viagem de avião como tantos milhares que diariamente cruzam o planeta.

O que mais me enerva é que qualquer um de nós poderia estar naquele avião, ter apanhado aquele louco e agora estar a conviver com o São Pedro e os outros santinhos lá no céu. 

Há gente doente que se faz parecer por “normal” e que sabe muito bem como manipular os outros de forma a que achem que se trata de uma pessoa normalíssimo e até porreira! Normalmente, este tipo de pessoas tem até o dom da conversa, é geralmente encantador e envolvente no discurso porque domina muito bem a arte da manipulação. 

Esta infeliz e triste história também se faz por “Ses”. Se o piloto não tivesse saído daquela cabine, se aquele demente não tivesse conseguido sequer tirar o brevê, se houvesse ao menos forma de controlar estes loucos!

Falo com revolta por saber que isto pode voltar a acontecer! Todos sabemos de histórias de pessoas “normais” que cometem as maiores atrocidades. Não há forma de as controlar a todas, mas acho que há forma de as despistar/rastrear!

Quando estava a estagiar em enfermagem, vi médicos com especial apetência por sangue e pelo sofrimento dos doentes. Pensar nisto até me arrepia, mas isto existe. Não assisti a nada em concreto, mas como sou observadora, fui-me apercebendo de alguns procedimentos estranhos.

Isto é gravíssimo! Vejamos o caso daquele enfermeiro que ligava a desligava a máquina que mantinha a vida de um paciente, só pela “emoção” de o reanimar quando estava quase a morrer?

Talvez este tema me seja francamente sensível e caro e por isso esteja tão revoltada, mas tem de haver forma de evitar que indivíduos desequilibrados tenham acesso a profissões que envolvam o contacto direto com pessoas e mais, sobre o qual dependam a vida! 

Foi um desabafo. É que isto deixa-me tão,mas tão revoltada…

Até já,

Vossa,

J!

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