Cenas do meu casamento!

Casamento - Joana e Pedro

Fazemos hoje um ano e três meses de casados. Um ano que não passou a voar. Um ano onde rimos e choramos, vimos nascer, crescer e morrer. Um ano intenso!

Celebramos em casa. A bebé é pequenina e ir jantar fora é uma aventura! A família está toda no Porto, por isso não havia outra alternativa. Sim, vocês que teem ajuda dos pais/sogros, nem imaginam como vos invejo!!Mas é uma inveja boa!

Pusemos a mesa a preceito. Abrimos uma boa garrafa de vinho, daquelas que se guardam para ocasiões especiais e relembramos o dia todo, aos olhos de cada um. Voltamos a sentir as emoções todas! Nervosismo! Expectativa! Alívio! E ….muita gargalhada!

  • Eu que comprei os meus sapatos de casamento no próprio dia ( um dia explico-vos!)
  • que andei de rabo para o ar a tentar acender as duzentas velas que iriam circundar o lago ( que o vento teimosamente impediu )
  • que vê o seu ramo de noiva ser esmagado no frigorífico por bacalhaus e pudins e que mais tarde…
  • quase tem um colapso nervoso ao ver os decorativos balões brancos serem arrancados pelas adoráveis criancinhas!

Estaria no meu TOTAL  direito para entrar em P-Â-N-I-C-O! PÂNICOOOOOO!! Mas não.

Naquele dia limitei-me a divertir e a tirar o melhor partido de tudo! Estava decidida a gozar o dia,  a absorver só o que é bom, a sentir intensamente cada conversa, cada dança, cada risada!

Um casamento que havia sido pensado ao pormenor, mas que se revelou uma surpresa a cada instante! Em que muito do pensado “bateu na trave”! Mas sabem que mais? Gostei dele assim!

Porque quando as coisas não correm como as idealizamos, há sempre algo bom para reter! E foi o que fiz. Naquele dia e em todos da minha vida!

The Happy end!

Vossa

JT

Comentários

  1. Carlos Miranda

    3 Janeiro de 2014 às 1:25

    Responder

    (…) sabem quando estamos a ler uma estória – bem descrita – e começamos a visualizar a cena, tal qual o autor deseja que aconteça?
    Foi o que aconteceu comigo ao ler o trecho do ” ramo da noiva ser esmagado, no frigorífico, por bacalhaus e pudins”
    Não pude conter uma sonora gargalhada, enquanto pelo canto do olho observava as pessoas ao meu redor, na esperança que ninguém percebesse o por quê. 😀

    • Joana Teles

      3 Janeiro de 2014 às 23:20

      Responder

      Carlos, que enorme satisfação me deu! Ter quem me leia e, ainda por cima, se ria com as minhas peripécias, é fantástico! E é tudo verdade verdadinha!

  2. Ana Sá

    24 Janeiro de 2014 às 23:50

    Responder

    Peripécias de um dia de sonho, eh eh!
    Muitos parabéns Joana & Pedro! :)
    Beijinhos


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